domingo, 9 de maio de 2010
Toy Story 3
Na trama, quando Andy vai para a faculdade, seus brinquedos são doados a uma creche. Assim, Woody, Buzz e seus amigos precisam se adaptar ao novo lugar enquanto tentam se manter juntos. Com direção de Lee Unkrich, Toy Story 3 estreia lá fora em 18 de junho, simultaneamente em 3-D, 2-D e IMAX 3-D. No Brasil, uma semana depois, dia 25 de junho.
segunda-feira, 3 de maio de 2010
6 motivos para Jobs não adotar Flash em seus produtos
Steve Jobs escreveu uma carta entitulada “Toughts on Flash” (“Pensamentos sobre o Flash”) e publicou no site da Apple. A carta é uma tentativa de Jobs e de sua empresa de esclarecer a posição da Apple em relação ao Adobe Flash.
A relação entre as duas empresas está ainda mais abalada após a Apple banir o uso de ferramentas rivais de programação, incluindo uma que a Adobe estava prestes a lançar, na criação de apps para iPhone e iPad, e da troca de farpas por conta da ausênca de Flash nos equipamentos da Apple.
A carta começa reconhecendo a “longa relação” entre as companhias. Steve Job diz: “nós conhecemos os fundadores da Adobe quando eles ainda estavam em sua notória garagem. A Apple foi seu primeiro cliente grande, adotando sua linguagem Postcript em nossas então novas impressoras Laserwriter. A Apple investiu na Adobe e possuiu cerca de 20% da companhia por muitos anos.” Ele então pega mais leve: “Atualmente, as duas companhias ainda trabalham juntas para servir seus clientes com interesses comuns – usuários de Mac compram cerca de metade dos produtos do Adobe Creative Suite – mas além disso existem alguns interesses em comum.”
Ele continua: “Eu gostaria de falar rapidamente alguns dos nossos pensamentos sobre os produtos Flash para que os clientes e os críticos possam entender melhor a razão de não permitirmos Flash em iPhones, iPods e iPads. A Adobe classificou nossa decisão como sendo principalmente ligada a negócios – eles dizem que nós queremos proteger nossa App Store – mas na verdade é baseada em questões tecnológicas. A Adobe alega que somos um sistema fechado, e que o Flash é aberto, mas a verdade é o contrário disso. Deixe-me explicar.”
Jobs então assinala seis pontos para explicar a razão de proibir a presença do Flash em seus aparelhos móveis. São elas:
1. Aberto
Steve Jobs afirma: “Os produtos Adobe Flash são 100% proprietários. Eles estão disponíveis apenas pela Adobe, e a Adobe possui controle exclusivo quanto a preços, desenvolvimento, etc...” Ele então lembra que a Apple possui “muitos produtos proprietários também”, mas eles não são relacionados à web. “Nós realmente acreditamos que todos os padrões pertencentes à web deveriam ser abertos. Em vez de usar Flash, a Apple adotou o HTML5, CSS e JavaScript – todos padrões abertos.”
2. Toda a web
"A Adobe tem dito repetidas vezes que os aparelhos móveis da Apple não conseguem acessar “toda a web” porque 75% dos vídeos da web estão em Flash,” explica Steve Jobs (temos de admitir, essa é uma alegação da Adobe que já se provou em parte verdadeira por nossas próprias experiências). “O que eles não dizem é que quase todos esses vídeos também estão disponíveis em um formato mais moderno, H.264, e podem ser vistos em iPhones, iPods e iPads. O You Tube, com uma estimativa de possuir 40% dos vídeos da web”, continua Jobs.
O que ele parece estar dizendo é que apesar de muitos, mas não todos, vídeos da web estarem em Flash isso está mudando para o formato mais moderno H.264. Nosso entendimento é que, sim, muitos vídeos estão mudando para H.264, mas isso acontece por causa da oposição da Apple – em vez de ser a razão para a Apple não incluir Flash em primeiro lugar.
A carta então continua: “Outra afirmação da Adobe é que os aparelhos da Apple não conseguem rodas games em Flash. Isso é verdade. Felizmente, existem mais de 50 mil jogos e títulos de entretenimento na App Store”.

Jobs: o Flash não é mais necessário
3. Terceiro, há confiança, segurança e desempenho
“Recentemente a Symantec destacou o Flash por possuir um dos piores recordes de segurança em 2009. Nós também sabemos em primeira mão que o Flash é a razão número um para crash nos Macs”, diz Steve Jobs.
Esse é um ponto que é difícil discutir, já que o Flash é provavelmente também a razão número um para o crash em nossos browsers na internet. Apesar de não estarmos totalmente certos sobre o aspecto de segurança, nossos Macs parecem bastante seguros com ou sem o Flash, ao menos contra vírus e malware. É difícil imaginar o Flash rodando em um ambiente que não seja fechado em aparelhos móveis da Apple.
4. Vida da bateria
“Para alcançar um tempo maior de vida de bateria quando estão reproduzindo vídeos, aparelhos móveis precisam decodificar o vídeo em hardware; decodificá-lo em software usa muita energia.”, conta Steve Jobs. “Apesar de o Flash ter adicionado recentemente um suporte para H.264, os vídeos em quase todos os sites com Flash requerem, atualmente, uma geração mais antiga de decodificador que não está implementada em chips móveis e precisa ser executada em software. A diferença é enorme: em um iPhone, por exemplo, os vídeos H.264 podem ser reproduzidos por cerca de 10 horas, enquanto vídeos decodificados em software rodam por menos de 5 horas antes da bateria estar totalmente descarregada.”
Como nós nunca rodamos Flash no iPhone, vamos ter de acreditar em sua palavra sobre o assunto. Mas nós sabemos que o Flash é um formato que consome energia e não é difícil imaginar que possa gastar bastante carga da bateria. Para conhecimento, existem muitas coisas que nós fazemos no iPhone que gastam bastante bateria – jogar Real Racing, por exemplo, navegar o dia todo na internet com o 3G ativado; capturar vídeo no iPhone 3GS. A carga da bateria é um problema para o iPhone, assim como a escolha do consumidor.
5. Toque
Jobs faz uma observação interessante sobre telas sensíveis a toque. “O Flash foi desenvolvido para computadores que usam mouse, não para telas sensíveis que usam dedos. Por exemplo, muitos sites em Flash dependem do “rollover”, que abrem menus ou outros elementos quando a seta do mouse passa sobre um local específico. A interface revolucionária multitoque da Apple não utiliza um mouse, e não há conceito de rollover (rolamento). A maioria dos sites Flash precisará ser reescrita para suportar aparelhos baseados em tecnologia touch. Se os desenvolvedores precisam reescrever seus sites Flash, por que não usar tecnologias modernas como HTML5, CSS e JavaScript?”
Nosso pensamento aqui é que alguns irão, outros não. Por que não habilitar um aparelho para tirar vantagem deles? Aqui, mais uma vez, parece que a Apple está tentando forçar o mercado para sua rota preferida, em vez de oferecer um benefício fundamental ao usuário final.
6. “A razão mais importante”
Jobs afirma que “nós discutimos os aspectos negativos de se usar Flash para reproduzir vídeos e conteúdo interativo de sites, mas a Adobe também quer que os desenvolvedores adotem Flash para criar apps que rodem em nossos aparelhos móveis.”
Isso chega ao âmago da questão, e talvez aprofunde o e-mail que Steve Jobs enviou para um cliente da Apple, que dizia: “Nós já estivemos lá antes, e intermediar camadas entre a plataforma e o desenvolvedor ultimamente produz apps de padrão mais baixo e impede o desenvolvimento e progresso da plataforma.”
Ao final, Steve Jobs escreve uma conclusão que reproduzimos aqui. Vale a pena ler:
“Conclusões.
O Flash foi criado durante a era do computador pessoal – para PCs e mouses. O Flash é um negócio de sucesso para a Adobe, e nós podemos entender porque eles querem colocá-lo em outros lugares além de computadores. Mas a era móvel é sobre aparelhos com menos energia, interfaces de toque e padrões abertos de internet – todas áreas onde o Flash é pequeno.
A avalanche de aplicativos para aparelhos móveis da Apple demonstra que o Flash não é mais necessário para assistir a vídeos ou consumir qualquer tipo de conteúdo para web. E os 200 mil apps da App Store provam que o Flash não é necessário para dezenas de milhares de desenvolvedores criarem aplicativos com riqueza de gráficos, incluindo games.
Novos padrões abertos criados na era móvel, como o HTML5, irão triunfar em aparelhos móveis (e PC´s também). Talvez a Adobe devesse se focar mais em criar ótimas ferramentas HTML5 para o futuro, e menos em criticar a Apple por deixar o passado para trás.”
segunda-feira, 26 de abril de 2010
Conheça o Gesture Cube
Hoje vivemos a verdadeira era dos portáteis. Cada vez mais vemos dispositivos de alta tecnologia super compactos, como o recém anunciado iPad, da Apple.
Agora é a vez do Gesture Cube: o conceito apresenta um dispositivo excêntrico, que é basicamente uma caixa preta com uma interface controlada por gestos que exibe telas em todas as faces do dispositivo.

A ideia do produto é proporcionar acesso a redes sociais e visualizar arquivos multimídia, aplicativos e similares, tudo controlado apenas por meio das mãos.
“O Gesture Cube utiliza monitoramento 3D de movimento espacial para transformar a navegação no dispositivo em uma experiência mágica e intuitiva”, descreve o site oficial.
“Por dentro, a tecnologia GestIC detecta a aproximação e os movimentos das mãos”
As empresas responsáveis pelo desenvolvimento – Lunar Europe (design), Zinosign (interface) e Ident – estão confiantes de que o produto conquistará os consumidores e fará sucesso.
Ainda não se sabe se ou quando o produto será comercializado, mas a ideia é realmente inovadora.
Mouse que encaixa na sua mão
O mouse de mesa, que você provavelmente está usando agora, chegou ao mercado pela primeira vez há 29 anos, em 1981, nos computadores da Xerox.
Durante essas quase três décadas, inúmeros conceitos inovadores foram apresentados, mas nenhum conseguiu vencer a popularidade do tradicional mouse de mesa, seja ele mecânico, óptico ou laser, com dois ou mais botões.

Mas as empresas não param de tentar. Agora é a vez da companhia Deanmark, que apresentou um conceito de mouse que pode ser “vestido” na mão, como uma luva.
Chamado de AirMouse, a novidade propõe um aumento na velocidade e precisão com os alinhamentos da mão humana.

O conceito também permite ao usuário realizar várias tarefas, como digitar, sem ter que tirar o dispositivo, já que o sensor que controla os movimentos do cursor fica na palma da mão.
O site oficial do produto ainda não diz se ele será comercializado.
domingo, 18 de abril de 2010
Roteiro esquecido de Bruce Lee vai virar filme
Quanto Lee morreu em 1973, o projeto foi enterrado, até agora. De acordo com a Variety, Maslansky declarou que o filme "será uma aventura de artes marciais épica que irá honrar as concepções artísticas e filosóficas de Bruce Lee. O projeto promete revelar novos níveis de ação e aventuras nunca antes visto em um filme de artes marciais".
Curiosamente, Maslansky produziu em 1978 um filme baseado na mesma premissa, O Círculo de Ferro, com David Carradine e Christopher Lee - no qual Carradine interpretava vários personagens, mesma ideia que Bruce Lee tinha originalmente para The Silent Flute.
Os personagens em O Círculo de Ferro - numa jornada pelo Livro da Iluminação, guardado pelo misteriosos Zetan - são o rebelde Cord, um flautista cego e um líder de uma tribo cigana, entre outros.
O roteiro de The Silent Flute está sendo reescrito por Sasha Maslansky (filho do produtor), com base no texto de Lee.
Rádio Animix cria Rede Social
E é com esse intuito, que a Rádio AniMiX apresenta oficialmente o Japan Music Br, uma rede social inteiramente voltada aos fãs da música japonesa em suas mais variadas vertentes. A meta é criar a maior comunidade de Fãs de Música Japonesa.
Reunindo diversas ferramentas como chat, fórum, imagens, vídeos, etc, o usuário tem a possibilidade de se manter informado em relação a eventos e notícias relacionadas à cultura japonesa, além de interagir com outras pessoas que tenham os mesmos interesses.
A interface da rede é bem simples, permitindo uma rápida personalização por parte do usuário. Além disso, estão presentes os principais aplicativos encontrados em comunidades virtuais como o Buddypoke.
Para participar basta acessar o site: www.japan.mus.br e fazer o seu cadastro.
PlayStation 3 no Brasil

Aproveitando o lançamento de suas televisões 3-D no Brasil, a Sony enfim anunciou a chegada oficial ao país do PlayStation 3. Anderson Gracias, chefe da divisão do console no Brasil, informou em entrevista ao Link que o aparelho será lançado em território nacional até o final do primeiro semestre.
O lançamento oficial significa que o produto terá manual de instruções em português e garantia da Sony brasileira, entre outras coisas, Agradeçamos, portanto, aos aparelhos de TV 3-D pela chegada oficial, enfim, do console ao país. O preço e a data ainda não foram definidos. Também não está claro se teremos a primeira versão do aparelho ou o mais recente PS3 slim.