quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Apple lança novos iPod


Em evento nesta quarta-feira no Yerba Buena Cultural Center em San Francisco, na Califórnia, a Apple anunciou sua tradicional atualização de sua popular linha de media players, os iPod. O evento foi apresentado por Steve Jobs, em sua primeira aparição pública após um transplante de fígado.

Ainda com aparência frágil, Jobs tomou alguns minutos para agradecer ao "jovem de 20 e poucos anos", vítima de um acidente de carro, que tomou a decisão de se tornar um doador de órgãos e como consequência salvou sua vida. "Não estaria aqui sem tamanha generosidade. Espero que todos possam ser tão generosos quanto, e decidam se tornar doadores de órgãos". Visivelmente emocionado, o executivo foi ovacionado pela platéia de jornalistas presentes.

O primeiro anúncio do dia foi uma nova versão do sistema operacional usado no iPhone e iPod Touch, o iPhone OS. Disponível gratuitamente a partir de hoje para todos os usuários da versão 3.0, a 3.1 traz melhorias na tecnologia "Genius", que analisa as músicas em sua coleção e monta automaticamente listas de reprodução com as canções que mais "combinam". Agora o recurso também funciona com aplicativos, com recomendações de novos programas baseado nos que você já tem instalados em seu aparelho.

O "gerenciador de mídia" da Apple iTunes chega à versão 9 (já disponível para download) com recursos como o "Genius Mixes", uma espécie de DJ Virtual que analisa sua coleção de músicas e, usando o já mencionado recurso Genius, cria playlists "infinitas" baseadas em suas canções favoritas. É como ter uma estação de rádio sob medida para seu gosto pessoal, e até 12 mixes podem ser criados.

Também há melhorias no sistema de sincronia de dados com iPods e iPhones. Agora é possível refinar a seleção de músicas por gênero (só rock, todas de um artista específico), bem como sincronizar álbuns inteiros, todas as fotos de determinada pessoa no iPhoto ou eventos inteiros. A mesma coisa pode ser feita com filmes.

Uma novidade muito bem vinda é uma forma de organizar, no micro, os aplicativos instalados no iPhone e iPod Touch. Uma representação da "Home Screen" (tela inicial) do aparelho aparece na tela, e basta arrastar e soltar os ícones para a posição desejada. Outro recurso interessante é o Home Sharing, que permite compartilhar e copiar arquivos de sua iTunes Library, incluindo musicas e filmes comprados na iTunes Store, com até 5 outros computadores "autorizados"

Por fim, o novo iTunes LP é a versão Apple do velho disco de vinil. É um "pacote" que contém, além das músicas de um álbum, material adicional como ilustrações e fotos, letras e tudo o mais que costumava vir nos antigos encartes, agora com recursos extras como vídeos exclusivos. Segundo a Apple, o próprios artistas se envolvem na criação dos "LPs". O mesmo conceito se aplica aos filmes, com o "iTunes Extras", que leva todos os extras normalmente inclusos em um DVD, como making-of e comentários do diretor, para a loja da Apple.

Segundo a Apple, desde o lançamento do primeiro iPod, em 2001, 220 milhões de unidades dos aparelhos já foram vendidas em todo o mundo. Na linha atual o iPod Touch é o modelo mais popular, com 20 milhões de unidades vendidas desde sua introdução há dois anos.

Phil Schiller, que dividiu o palco com Steve Jobs, afirmou que as pessoas estão descobrindo que, além de um bom media player, o iPod Touch também é um "excelente computador de mão", equipado com um navegador (Safari) que leva para o bolso a mesma experiência de acessar a web em um desktop, e um bom videogame portátil: atualmente estão disponíveis mais de 21 mil jogos para o aparelho (e para o iPhone), contra cerca de 600 para o Playstation Portable e pouco mais de 3.600 para o Nintendo DS.

De acordo com Schiller, a Apple "aprendeu algumas coisas" vendendo iPods ao longo dos últimos anos. Uma delas é que o preço de US$ 199 é o "ponto mágico". "Quando colocamos o iPod Mini à venda por US$ 199, as vendas dobraram", disse o executivo. Portanto, este é o novo preço do iPod Touch 8GB, uma queda de US$ 50 em relação ao preço praticado até hoje. Um novo modelo, com recursos idênticos mas 64 GB de memória interna, também foi anunciado com preço de US$ 399.

O iPod "classic", nome dado aos modelos que ainda seguem o design original, com disco rígido para armazenamento das músicas e sem tela sensível ao toque, também foi atualizado. A capacidade pulou de 120 GB para 160 GB (suficiente para "40 mil músicas", mantendo o mesmo tamanho e formato do aparelho, com preço de US$ 249.

O iPod Shuffle, que havia sido atualizado em Março, não mudou, mas ganha uma nova linha de acessórios, inclusive vários modelos de fones de ouvido, produzidos por vários fabricantes, com controles integrados no cabo dos fones de ouvido. Algo essencial, já que o Shuffle não tem nenhum tipo de botão: ele é totalmente controlado pelos fones, e se comunica com o usuário através de uma voz sintetizada. Os preços cairam para US$ 59 pelo modelo de 2 GB, US$ 79 pelo modelo de 4 GB, e US$ 99 por uma "edição especial" com corpo em aço inox e 4 GB de capacidade.

Confirmando rumores, a Apple anunciou uma nova versão do iPod Nano (do qual até o momento já foram vendidos 100 milhões de unidades), com 8 GB de memória Flash e equipada com uma câmera de vídeo e alto-falante integrados.

Os vídeos, que tem resolução VGA (640 x 480 pixels) a 30 quadros por segundo, podem ser sincronizados com o PC ou Mac e descarregados em uma pasta no micro ou integrados a coleções do iPhoto. O aparelho também ganhou rádio FM integrado e o recurso "Voice Over" do iPod Shuffle, que permite que o aparelho fale com o usuário.

Os preços ficam em $149 pelo modelo de 8 GB, US$ 179 pelo modelo de 16GB. Segundo Jobs, os novos iPod Shuffle estarão nas lojas, nos EUA, a partir de hoje. Ainda não há informações sobre o lançamento dos novos produtos no Brasil.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Up - Altas Aventuras


Fonte: Omelete.com.br (versão revisada e corrigida)

Pode parecer exagerado, mas "Up - Altas Aventuras" é o "Wall-E" deste ano. É também uma virada de mesa para a Pixar, que apresenta desta vez uma animação sem grandes malabarismos técnicos, com uma história quase lacrimogênea que lembra os clássicos da Disney. Mas a conversa com o diretor Pete Docter revela o que há por detrás da história aparentemente banal de um velhinho viúvo que decide partir para a Amazônia brasileira munido apenas de boa-fé, sua casa (inteira) e milhares de balões.

Ao lado do insuportavelmente hilário menino Russell, o Sr. Carl Friedrickson enfrenta cachorros com vozes de Darth Vader (bem, mais ou menos) e perigos inimagináveis no topo da Amazônia (mais precisamente no platô das montanhas que marcam a divisa entre Roraima/Brasil, Venezuela e Guiana) para descobrir que sua vida foi um festival de maravilhas. Imagens fortes, de dor, perda, ataques e grandes perigos, especialmente quando voando pelos 2 lados da América, levam "Up" ao limite que fizeram a animação conquistar uma bilheteria de US$ 290 milhões nos cinemas dos Estados Unidos.

Seguem os melhores trechos da conversa com Docter, que fala até das (poucas) semelhanças da aventura do senhor Friedrickson com o padre Adeli de Carli, que morreu no ano passado depois de tentar viajar pelo Brasil sentado em uma cadeira com balões amarrados. "Não tentem isso em casa!", avisam os responsáveis pelo delicioso "Up".

Om(elete): "Up" não traz um enredo exatamente ordinário quando pensamos numa animação da Pixar. O herói é um senhor idoso que vai parar na Amazônia a bordo de uma casa flutuante.

Pete: De fato, houve alguns momentos na construção deste filme em que pensamos: "será que a gente está indo um pouco longe demais"? E, cá entre nós, deixamos de lado algumas ideias que pareceram ser exageradas demais. Mas propositadamente decidimos que a primeira parte do filme seria bem emocional mesmo. Daí o filme continua, fazendo mais sentido.

Om: E por que um herói em idade tão avançada?

Pete: É que ele pareceu ser tão engraçado! Sentei com o Bob (Peterson - codiretor) em uma sala e começamos a pensar no que nos interessaríamos em fazer agora. E um senhor idoso ranzinza nos pareceu algo sensacional. Pensamos nos desenhos de George Booth para a New Yorker, em Spencer Tracy e Walter Matthau. E, para nós, é fundamental tentar fazer algo que nunca fizemos antes.

Om: Onde exatamente o Carl Fredricksen e o menino Russell descem depois da viagem com a casa flutuante?

Pete: Nas montanhas do imenso platô na fronteira entre o Brasil, a Venezuela e a Guiana. Claro, tudo é ficcional, mas passamos por lá com uma equipe, andamos, vimos cachoeiras, nos inspiramos. Foi sensacional.

Om: E por que o Brasil e logo nas imediações de Roraima, uma área pouco conhecida até para os brasileiros?

Pete: É que precisávamos que Carl estivesse em um lugar em que ele não pudesse contar com o auxílio de ninguém, a não ser uma criança, que o ajudaria a se transformar. No início pensei numa ilha perdida no Pacífico Sul, mas achei que era uma idéia batida. E a ilha no céu de Roraima foi a resposta perfeita. É um lugar de extrema solidão. Até os dias de hoje, mais de 100 montanhas da região jamais foram exploradas. Foi o cenário para uma aventura famosa de Sherlock Holmes, imaginada por sir Arthur Conan Doyle e há aquela sensação de "huum... talvez até os dinossauros ainda estejam por aqui". As rochas lembram imagens de Marte. É inacreditável.

Om: Há uma clara mensagem de proteção dos animais e do meio-ambiente no filme. E como ele é passado na Amazônia...

Pete: Não! Juro que evitamos qualquer mensagem ou tentativa de pregar algo sobre a proteção da Amazônia. É a última coisa que queríamos fazer, juro! Focamos na força emocional e visual daquela área. Só isso.

Om: Então, se você pudesse sintetizar a mensagem do filme, qual seria?

Pete: A transformação deste homem, Carl Fredrickson, que não sabia que já havia realizado a grande aventura de sua vida: a relação de amor com a mulher que ele escolheu, e por quem ele foi escolhido.

Om: Pensei em filmes como O Mágico de Oz ao ver a casa viando. Vocês se inspiraram em algum clássico?

Pete: Não mesmo. Acho que a platéia inconscientemente faz as ligações, mas nós tentamos fazer algo completamente original, o mais distante possível dos clássicos.

Om: Vocês não contam com nomes famosos, mas as vozes funcionam com perfeição. Como encontraram o Russell ideal?

Pete: Foi uma história engraçada. Nós testamos pelo menos 40 meninos. E os atores não eram ideais, eram quase muito "atores" pro papel, sabe? E um dos meninos que veio para o teste trouxe o irmão como acompanhante. Ele começou a falar de suas aulas de futebol no microfone naturalmente, não parava de falar, e pensamos: ele é o Russell! O Jordan (Nagai) não é um ator profissional, mas trazia esta autenticidade que estávamos procurando para o papel.

Om: Uma dos aspectos mais engraçados do desenho é a voz malvada do cachorro. Qual foi sua inspiração?

Pete: Quando criança a gente adorava pegar os discos e tocar na vitrola em rotação diferente da original. Era hilário! Seria algo como um Darth Vader com uma voz falha (risos).

Om: No ano passado nós tivemos a história do padre brasileiro que morreu depois de tentar viajar um trecho de longa distância usando balões de encher. Vocês temem algum tipo de reação do público brasileiro?

Pete: Por favor, gente, não tentem isso em casa! (risos). Já estávamos no fim do filme quando a tragédia aconteceu, mas este tipo de situação não é exclusiva do Brasil. Tem um cara que eu conheço que todos os anos coloca balões numa cadeira e já conseguiu viajar por cinco ou seis vezes. Mas não sei como será a reação no Brasil. Para a casa, seriam 10 mil balões, fizemos a conta! (risos).

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Google comemorou aniversário de Doraemon


Os japoneses que acessaram o site de busca Google, se depararam com uma pequena surpresa no logo da página principal: dia 3 de setembro foi o dia de aniversário do personagem Doraemon!

O gato-robô que dispensa apresentações aparece com três das suas principais ferramentas: Dokodemo Door (Porta que permite viajar para qualquer lugar), Small Light (Lanterna que diminui o tamanho de tudo que absorver a luz) e Takecopter (Hélice que permite voar grudando na cabeça).

Wii Internet Channel de graça


Cobrar para que as pessoas acessem a internet a partir do console não parecia mesmo uma boa ideia. A Nintendo demorou, mas também percebeu isso. O Wii Internet Channel agora é gratuito para uso. Basta baixar e usar.


imagem: reprodução

O serviço era pago até então. O usuário que quisesse precisava gastar 500 Wii Points para fazer o download e usar. Os usuários que já tinham pago pelo serviço receberão uma compensação: poderão gastar os 500 pontos em um jogo de NES disponível para download.

O Wii Internet Channel foi atualizado e suporta Adobe Flash (ou seja, Youtube liberado). Se você tem Wii, já pode começar a aproveitar os benefícios.

EeeBox da Asus

A Asus está lançando um novo computador portátil. O nettop EeeBox PC EB1012 tem processador com dois núcleos e pronto para rodar vídeos em alta definição, com 1080p.

O tão falado processador Atom de dois núcleos é o N330. O nettop ainda vem com a placa de vídeo NVIDIA MCP7A ION, 250 GB de HD SATA, 2 Gb de memória RAM DDR2 800 MHz (expansível a 4 GB), ethernet gigabit, wi-fi 802.11n, áudio S/PDIF 5.1 e saída HDMI.

O EeeBox PC EB1012 tem dimensões bastante reduzidas, com 222 x 178 x 26,9 mm e suporta rodar vídeos em alta definição. O nettop ainda tem uma saída eSATA e quatro portas USB, além de um leitor de cartão de memória SDHC. Não há preço nem data de lançamento prevista

domingo, 30 de agosto de 2009

Seriados Live-action Nipônicos que Marcaram os Anos 80 no Brasil


Com o lançamento no Brasil dos DVDs das séries tokusatsu (como são chamadas estas séries live-action japonesas, resolvi relembrar e postar sobre 5 que passaram aqui no Brasil, na Rede Manchete, no final dos anos 80.

1. Jaspion (ou Juspion, pois a origem é a abreviatura de Justice Champion)

Kyojuu Tokusou Jaspion no Japão e O Fantástico Jaspion aqui no Brasil. É do tipo que os fãs chamam de Metal Heroes ou Heróis Metálicos traduzindo-se para o português. Foi televisionada no Japão semanalmente pela TV Asahi de 15/03/1985 até 24/03/1986, contando com 46 episódios. No Brasil, foi transmitida exaustivamente a partir de 1988 às 18h30 (depois em vários horários, incluindo sábados e domingos). O ator protagonista era o Hikaru Kurosaki.

Foi a série que popularizou o estilo tokusatsu aqui no Brasil. O sucesso foi tão grande que até um Circo Show foi criado, com as roupas originais e atores e dublês brasileiros. Depois há pessoas que reclamam do que os norte-americanos (leia-se Saban) fizeram com Power Rangers, VR Troopers, Masked Rider e BettleBorgs em relação aos originais seriados Super Sentai (de Zyuranger até hoje, 17 séries deste gênero), Metal Heroes (Spielvan, Metalder e Sheider), Kamen Rider e B-Fighter.

A jornada de Jaspion começa com o profeta Edin cuidando de um garoto (o Tarzan galáctico) que encontrou entre os destroços de uma nave na qual seus pais morreram em um acidente. Edin criou Jaspion sabendo que um dia segundo uma profecia ele seria o guerreiro celestial encarregado de destruir o mal criado pelo maligno Satan Goss.

Jaspion já adolescente, aceita de Edin as armas e a androide Anri que seu mentor construiu para esse confronto contra Satan Goss. Ele foi encarregado de encontrar os pedaços da Bíblia Galáctica e destruir o império de Satan Goss.

2. Changeman

Dengueki Sentai Changeman no Japão e Esquadrão Relâmpago Changeman no Brasil. Foi televisionada originalmente de 02/02/1985 até 22/01/1986 pela TV Asahi no Japão, contando com 55 episódios. Por aqui passou a ser exibida a partir de 1988 juntamente com Jaspion.

A história da série era a de 5 integrantes cada um com uma cor diferente do exército japonês dos Defensores da Terra (não confundir com aquele desenho do Flash Gordon, Mandrake, Lotar e Fantasma). Eles foram "banhados" pela Força "Terrena" e adquiriram cada um deles os poderes de um animal mitológico: Dragão, Grifo, Pégaso, Sereia e Fênix. Com um vasto arsenal que incluía pistolas e a Power Bazooka, bem como o poderoso Change Robô, eles lutaram contra os alienígenas de Gozma (será porque alguns dos personagens eram gosmentos como o Gata e os soldados Ridler?), um império galáctico que conquistou muitos planetas. O líder de Gozma era o Bazoo e era formado por sua horda de ajudantes (Giluke, Bubba, Shima, Gyodai, Ahames), que buscavam de todas as formas dominar o planeta Terra.

3. Flashman

Tyoushinsei Flashman no Japão, ou Comando Estelar Flashman no Brasil. Sua exibição foi de 01/03/1986 até 21/02/1987, contando com 50 episódios. Aqui tivemos a chance de assisti-la a partir de 1989.

A história fala sobre 5 crianças que foram raptadas da Terra para os confins do Universo pelos caçadores espaciais. Eles acabaram sendo salvos pelo povo do Planeta Flash. Lá durante 20 anos os jovens viveram e treinaram arduamente sob condições climáticas rigorosas que desenvolveram as suas habilidades. Resolveram voltar para a Terra, quando souberam que o Cruzador Imperial Mess, liderado pelo Monarca La Deus e o cientista Keflen, estava prestes a invadir o planeta natal deles. A série foi a primeira do estilo Super Sentai (esquadrão, desde 1975 com o Goranger que não tinham robô ou desde 1979 com o Battle Fever J que passou a ter o robô gigante) a apresentar 2 robôs: Flash King e o Titan Junior/Grand Titan.

4. Jiraya (ou Jiraiya no original)

Sekai Ninja Sen Jiraiya no Japão, ou Jiraya o Incrível Ninja no Brasil. Também com 50 capítulos, a série foi produzida pela Toei Company e exibida no Japão pela TV Asahi de 24/08/1988 até 22/01/1989. Estreou no Brasil, no dia 25/09/1989 juntamente com o Lionman (Lion-maru no Japão).

A tradução do título japonês é "Jiraiya, A Guerra no Mundo dos Ninjas" referenciando às batalhas entre os ninjas do Império Ninja pela posse da misteriosa cápsula chamada "Pako", o Tesouro Espacial. O sobrenome de família do herói é Yamaji (irmãos Kei e Manabu e o pai Tetsuzan) e Toha como Jiraiya é o 35° na linha sucessora do estilo Togakure.

Junto com a cápsula vieram 2 viajantes estelares: um se chamava Jiraiya, que tinha a missão de proteger o tesouro e o outro era Hoshi-nin Dell Star que veio para roubá-lo. A luta entre os 2 aconteceu e Dell-Star foi aprisionado em uma caverna subterrânea. Jiraiya ficou na Terra e casou-se com uma humana, onde começou a geração dos Togakure que por gerações guardaram e protegeram o mapa com o paradeiro de Pako escondido na Terra.

5. Cybercops (ou Cibercop no original)

Dennou Keisatsu Cibercop no Japão e Cybercops, os Policiais do Futuro no Brasil. Foi trazida ao Brasil pela Sato Company e exibida a partir de 1990. A série foi produzida pelos estúdios Toho, sendo exibida originalmente no Japão pela NTV entre 1988 e 1989.

A história fala que num futuro próximo, o esquadrão especial da polícia de Tóquio cria o Cybercop, um projeto de um grupo de policiais de elite com armaduras tecnológicas. Os Cybercops passaram a combater a organização criminosa DeathTrap. Esta liderada pelo computador Führer, uma criação do Barão Kagueyama, verdadeiro líder do grupo.

O time principal do esquadrão era formado pela jovem Tomoko, e os policiais Akira, Takeda, Ryouiti e Ossamu. Cada um dos 4 rapazes veste uma armadura (Unidade Ciber) com nome de um planeta e cores diferentes. Akira é Marte, líder da equipe e rival de Takeda. Takeda é o heroico Júpiter, que veio do futuro desmemoriado, e foi encontrado junto de sua armadura pela Interpol. O mulherengo Ryouiti é Saturno e por fim, o sério Ossamu é Mercúrio.

Fora estas 5, outras séries tokusatsu passaram aqui no Brasil pela Rede Manchete, como: Lionman, Policial de Aço Jiban, Jaspion 2/Spielvan, Defensores da Luz Maskman, Blackman, Kamen Rider Black RX, Estrela Fascinante Patrine, Winspector e Solbrain. Ou em outras emissoras (Bandeirantes, Record, Gazeta e Globo), como: Gigantes Guerreiros Google Five, Machineman, Metalder o Homem-Máquina, Sharivan, Shaider, Space Cop/Gavan, Bicrossers e Ultraman Tiga.

sábado, 29 de agosto de 2009

Robô ajudará em regastes no exército


Foi criado um novo robô a fim de ajudar em resgates no exército. O humanóide BEAR (que em inglês significa urso, mas neste caso é a sigla para Battlefield Extraction-Assist Robot) pode localizar vítimas em minas, campos de batalha, emergências químicas ou estruturas prejudicadas por terremotos. E, de acordo com o fabricante Vecna Robotics, também pode levantar e carregar pessoas a uma longa distância com segurança, sem arriscar outras vidas.

O desafio foi aumentar a capacidade de busca e resgate reduzindo o tempo em que profissionais do resgate arriscam suas vidas diariamente. Mais da metade das Medalhas de Honra auferidas pelos médicos são concedidas postumamente.

Os protótipos atuais - 9 até agora - são aperfeiçoados para que tenham resistência ao fogo e explosões, alta velocidade e aumento na agilidade. O robô, de acordo com o fabricante, possui um corpo mais poderoso e alto, controlado por sistemas hidráulicos que podem levantar até 226 quilos. A mobilidade é feita por 2 esteiras que podem ficar apoiadas no chão a fim de recolher a vítima, assim como podem levantar e ficar em pé.

Porém, a empresa Vecna ainda está trabalhando nas habilidades do BEAR para transitar em lugares mais complexos e elevar o nível de interação humana-robô.O projeto é patrocinado pela US Army's Telemedicine e o Centro Avançado de Pesquisa Tecnológica, que faz parte do US Army Medical Research and Material Command.