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domingo, 27 de dezembro de 2009

Destaques da Tecnologia


Pico projetores: O primeiro "pico projetor" chegou ao mercado no final do ano passado. Uma caixinha do tamanho de um iPod que cabia no bolso, com uma bateria recarregável e que poderia projetar uma imagem de até 2 metros de largura em uma parede, folha de papel ou teto do avião. Neste ano vários rivais apareceram - e agora as empresas começaram a embutir projetores em outros aparelhos.

A Nikon, por exemplo, lançou a primeira câmera com um projetor embutido, um modelo que cabe no bolso da camisa batizada de Coolpix 1000 pj. Chega de ligar a câmera à TV ou baixar fotos para o computador, você só precisa dizer "pessoal, venham ver isto" e apertar um botão para começar a apresentação. É algo novo, impressionante e incrivelmente útil.

Os celulares, claro, serão os próximos.

É verdade que as velas na decoração da mesa na ceia de natal provavelmente produzem mais luz que os pico projetores atuais, a imagem está longe da alta definição e que é quase impossível vê-la a não ser que você apague as luzes. Mas temos que começar com pequenos passos.

Câmeras que funcionam com pouca luz: Desde o começo da era das câmeras digitais, a regra era que se você quer tirar fotos sem flash em um local com pouca luz, é melhor comprar uma daquelas câmeras SLR grandes, pretas e pesadas. As câmeras de bolso que representam 90% das vendas na maioria das vezes produzem fotos granuladas ou borradas sob pouca luz. Mas neste ano, as fabricantes de câmeras abandonaram sua obsessão de décadas com os megapixels. Em vez disso, várias delas começaram a trabalhar em coisas que realmente importam, como sensores maiores para fotos melhores.

A Panasonic e a Olympus se uniram para criar o formato Micro Four Thirds: câmeras que cabem no bolso do casaco e tiram fotos com a qualidade de uma SLR. A Fujifilm e a Sony lançaram novos modelos de bolso com sensores redesenhados que se saem excepcionalmente bem em baixa luz. E a Canon PowerShot S90 combina um sensor extraordinariamente grande (para uma câmera de seu tamanho) com uma lente digna de nota para produzir fotos incríveis mesmo com pouca luz.

Já há no mercado modelos "topo de linha" como a Canon EOS 5D MKII que são capazes de "ver" melhor do que você sob pouca luz.

A ascensão dos "apps": "Apps" são aqueles mais de 100 mil programas criativos e fascinantes que você pode baixar para seu iPhone ou iPod Touch de graça ou baratinho. Por US$ 1 (às vezes nada) você pode transformar seu telefone em um leitor de código de barras, instrumento musical, nível de carpinteiro, estação de edição de vídeo, videogame portátil ou praticamente qualquer outra coisa. Hoje em dia, conversas inteiras na hora do jantar consistem em pessoas mostrando umas às outras seus aplicativos favoritos, e mais de um programador se tornou um milionário simplesmente vendendo um montão de cópias de sua criação, a US$ 1 cada.

Neste ano, a ideia pegou fogo. Novas lojas de aplicativos para o BlackBerry, aparelhos da Palm (Pre e Pixi) e smartphones Windows foram inauguradas. Elas se juntam às lojas já existentes para o iPhone / iPod Touch e smartphones baseados no sistema operacional Android, do Google.

Estas lojas são todas menores que a da Apple. Mas à medida em que crescerem, terão de se ajustar cuidadosamente para evitar os problemas que atualmente assolam a loja da Apple. Os guardiões desta, que devem aprovar cada aplicativo antes de seu lançamento, frequentemente desencadeiam verdadeiras tempestades online quando rejeitam um programa que o público quer.

Mas talvez um problema maior seja o fato de que as ferramentas para a descoberta de novos aplicativos ainda não se ajustaram ao tamanho da loja. Algumas centenas de aplicativos conseguem espaço nas listas de "best sellers" ou destaques na loja da Apple, mas outras 99.950 sequer vêem a luz do dia. Talvez 2010 seja o ano em que este problema será resolvido.

Netbooks: Estes portáteis baratos (a partir de R$ 999), leves (cerca de um quilo) e limitados (não tem drive de CD) ocupam um novo e até então mal servido espaço no mercado, entre os celulares e os notebooks tradicionais.

Como toda nova categoria de gadgets, os primeiros modelos, do ano passado, eram lentos e incômodos. Os modelos deste ano melhoraram rapidamente, embora ainda sejam mais adequados para escrever, navegar na internet e ler e-mails do que para jogos, edição de imagens e reprodução de vídeo. Em todo caso, estes portáteis baratos com certeza chegaram na hora certa: sua estréia nas lojas coincidiu perfeitamente com a grande recessão de 2008/2009.

E-books se estabelecem: O leitor de e-books da Amazon, o Kindle, uma prancheta de plástico projetada para leitura de livros e jornais com uma tela preto-e-branco extremamente nítida, foi um experimento interessante. Um "brinquedo" nas mãos dos loucos por gadgets.

Mas em 2009, os e-readers começaram a se preparar para a inevitável popularização. Tivemos a segunda geração do Kindle, um Kindle de tela grande e uma série de novos rivais vindos da Sony. Então a Amazon abriu sua loja de e-books (com mais de 380 mil títulos) para as pessoas que não tem Kindles: os livros podem ser lidos em um iPhone, iPod Touch ou, em breve, em um Mac ou PC. Lentamente, o conceito de ler pixels em vez de tinta impressa no papel se torna cada vez mais natural.

Mas a coisa esquentou mesmo com a entrada da rede de livrarias Barnes & Noble no mercado. Ela abriu sua loja de e-books e seu software de leitura (para Macs, PCs e iPhone/iPod Touch) antes mesmo de ter um leitor dedicado para anunciar.

O anúncio foi feito, e ao menos em teoria o nook oferece muito mais recursos que o Kindle: uma tela secundária colorida para navegação, Wi-Fi para baixar novos livros, leitura ilimitada dentro das lojas da Barnes & Noble e até mesmo a opção de emprestar um e-Book para um amigo.

Por enquanto, é tudo teoria. A Amazon ri do peso e baixa autonomia de bateria do nook, e ninguém sabe quantas editoras irão aceitar os esquemas de leitura gratuita nas lojas e empréstimo de livros. Mas 2 coisas são certas: os e-books estão evoluindo em um ritmo alucinante, e seu apelo cresceu muito além dos fanáticos por gadgets.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Japoneses demonstram netbook com duas telas


Acha as telas dos netbooks pequenas demais? A empresa japonesa Kojinsha demonstrou durante a CEATEC 2009, feira de tecnologia que acontece nesta semana no Japão, um protótipo de um netbook equipado com duas telas LCD de 10.1 polegadas cada.

Assim como o Thinkpad W700 DS, da Lenovo, quando fechado o aparelho esconde uma tela atrás da outra (quando aberto, elas ficam lado-a-lado), com a diferença de que ambas tem o mesmo tamanho e resolução. A máquina da Lenovo, além de muito maior, combina uma tela principal de 17" com um monitor secundário de 9".

Mas não é só nas telas que a máquina da Kojinsha é incomum. Na contramão da tendência de usar processadores Intel Atom, o portátil é baseado em um processador AMD Athlon Neo de 1.6 GHz, com até 4 GB de RAM e 160 GB de espaço em disco.

O formato demonstrado pela Kojinsha é o mesmo que, especula-se, será adotado pelo iTablet, suposto “projeto secreto” da Apple (www.tinyurl.com/ybporrt).

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Chineses anunciam "netbook mais fino do mundo"


Depois que a Apple chamou a atenção do mundo todo com seu ultrafino MacBook Air, várias empresas tentam superar a fabricante de Cupertino com máquinas mais finas ainda. Desta vez são os chineses da desconhecida Shenzen Zichuang Technology, que alegam que seu novo netbook CZC C9 tem apenas meio centímetro de espessura.

Mas há uma pegadinha: meio centímetro medindo a parte mais fina, a “ponta” da máquina. No miolo, onde realmente importa (já que lá estão o conector do teclado, portas USB, placa de circuito e bateria) ele é bem mais grosso - embora seja, sim, mais fino que um netbook tradicional.

Mas o mais interessante na máquina não é sua espessura, mas sim sua arquitetura. Ao contrário da maioria dos netbooks, que adota processadores Intel, o CZC C9 usa um processador ARM 11 de 1 GHz, com 1 GB de RAM e 8 GB de espaço em disco, monitor LCD de 8.9 polegadas com resolução de 1024 × 600 pixels, webcam e uma bateria com autonomia entre 6 a 8 horas. Tudo isso em uma máquina que pesa apenas 750 gramas.

O CZC C9 roda uma distribuição Linux (não especificada), com um tema “Mac-Like”, provavelmente baseado no lançador AWN (www.awn-project.org) ou semelhante. O preço, na China, é de cerca de US$ 220.

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Uma nova geração de Netbooks está surgindo com o NVIDIA ION


Os Netbooks (as versões reduzidas dos notebooks, com telas abaixo de dez polegadas) são praticamente tudo que um consumidor pode querer, com peso levíssimo, formato que facilita o transporte de um lado para o outro e conexão com internet Wi-Fi (ou em alguns casos até mesmo 3G). Há somente uma área que deixa a desejar: o desempenho.

Foi pensando justamente neste problema que a NVIDIA lançou o ION, uma plataforma unificada — certificada pela Microsoft para uso com o Windows Vista e 7, o que significa acesso à interface AeroGlass — que reúne GPU GeForce 9400M, memória DDR3-1066 ou DDR2-800 e microprocessador Intel ATOM para o máximo de desempenho com o mínimo de gastos.

Mas o melhor de tudo está no tamanho: todos os componentes são montados em uma placa Pico-ITXe, com apenas 10 x 7,2 centímetros de área.

Com uma combinação tão poderosa e pequena, netbooks e outros equipamentos montados sobre a plataforma ION serão imediatamente capazes de processar vídeos em Full HD (1920x1080p), ainda mantendo desempenho aceitável para outras tarefas simultâneas. O som também é processado da melhor forma possível, contando com 7.1 canais de alta fidelidade.

Quem deseja jogar também sai ganhando (e muito), pois a NVIDIA GeForce 9400M é mais potente que os concorrentes, além de trazer suporte completo para DirectX 10. Games como Call of Duty 4 — que faz uso de uma série de efeitos gráficos especiais — já são realidade, apesar do desempenho ainda não ser excelente. Em termos gerais, o desempenho da plataforma ION é dez vezes superior ao das demais no segmento.

E para transportar todas estas informações para a sua televisão, nada melhor do que uma saída HDMI embutida! Apenas ligue o cabo em um aparelho e no outro e saia curtindo todos os seus filmes e jogos favoritos na telona.

A esta altura você pode estar se perguntando: como é possível que esta plataforma rode os programas tão mais rápido que as outras, mesmo contando com uma quantidade de memória variável e com um processador ATOM idêntico aos demais?

A resposta está em outra tecnologia da NVIDIA, a CUDA (um acrônimo para Compute Unified Device Architecture). Por meio dela, a unidade de processamento gráfico GeForce 9400M pode atuar em conjunto com o processador, dando uma ajuda para o processamento pesado sempre que há a devida programação e o suporte, caso de programas que lidam com processamento de imagens e de vídeo.

Como você já viu, o grande foco da plataforma ION é nos Netbooks e outros equipamentos portáteis, mas isso não significa que outros segmentos de mercado também não possam colher os frutos desta evolução.

Os fabricantes de notebooks normais (acima de 10 polegadas) se depararão com custos 80% menores se comparados aos da aquisição dos processadores e chipsets convencionais. Outra grande vantagem é a redução na emissão de calor, eliminando a necessidade de sistemas de resfriamento complexos e caros.

Acompanhando a tendência de dispositivos cada vez menores, a plataforma ION também pode atender às necessidades de consumidores que buscam Desktops do tipo SFF (Small Form Factor), os pequenos computadores de mesa, ideais para aqueles que querem máquinas apenas para internet ou ainda para ligar na televisão e assistir a vídeos. Novamente, o usuário já contará de fábrica com uma saída HDMI, ideal como saída para Televisões do tipo Full HD.

Por ora, as opções de processadores da plataforma ION se restringem apenas aos processadores Intel Atom, mas isso deve mudar em breve (ainda no final deste ano), já que a companhia anunciou o lançamento também de placas voltadas aos microprocessadores VIA NANO, prometendo forte concorrência no setor de computadores compactos.

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Smartphone ou Netbook?

Decidir se você precisa mais de um netbook ou de um smartphone começa por uma simples questão. No seu dia a dia, o que é mais necessário: produtividade ou conectividade? Você precisa de um aparelho para criar e editar arquivos com facilidade ou de um equipamento que esteja sempre à mão, para se conectar à web de qualquer lugar?

A resposta, porém, não é tão clara quanto parece. Pois o netbook serviria como um computador ultraportátil para facilitar a edição de documentos, planilhas ou fazer pleno uso dos recursos da internet, como o e-mail e vídeos, em uma tela ainda menor. E o smartphone, por sua vez, seria mais indicado para quem precisa de comunicação móvel, seja pela internet ou pelo telefone, além de trazer de quebra vários recursos, como câmera fotográfica, rádio, GPS.

Para a maior parte das pessoas, produtividade e conectividade são necessidades que andam juntas, seja no mesmo equipamento ou em dois separados. É por isso que netbooks e smartphones ainda são aparelhos bastante distintos que acabam se complementando.Embora tenham pontos em comum, quem usa netbook sabe que ele é mais um PC do que qualquer outra coisa. Ou seja, é usado quando a pessoa realmente precisa estar focada no trabalho.

Com o smartphone é diferente. A qualquer momento, ele serve de apoio para consultar informações de um jeito rápido, o que normalmente é a maior necessidade quando alguém está fora do escritório ou de casa, longe de um computador.

"O consumidor ainda não compara netbook ao smartphone na hora de comprar um deles. Mas num futuro próximo vai ter essa dúvida, sim. E acredito que o netbook vai se sair pior porque ainda será menos móvel que um smartphone", afirma Marcelo Zenga, diretor de marketing da Palm no Brasil, empresa que começou fabricando computadores de mão e se viu obrigada a entrar no mercado de celulares. Deve-se levar em consideração uma certa parcialidade na opinião de Zeng, pois sua empresa trabalha justamente com smartphones.

O gerente de marketing da companhia Asus (marca de Taiwan) no Brasil, Marcel Campo, disse que "o smartphone tem tudo para ser o grande companheiro digital do futuro. Mas a tecnologia ainda precisa evoluir bastante para que possamos aposentar por completo outros dispositivos". É bem verdade hoje o uso complementar dos dois aparelhos é bastante comum.

O estudante Danilo Braga, de 20 anos, é um exemplo. Ele estava insatisfeito com apenas o seu N95 até que ganhou um netbook MSI Wind. A performance do aparelho lhe surpreendeu e conquistou, virando seu inseparável companheiro nas aulas da faculdade. Atualmente, ele anda pra cima e pra baixo com um HP Mini 1000. A troca se deu devido a busca por mais portabilidade. Apesar de estar bastante satisfeito com a máquina ele gostaria de um modelo que tivesse a tela um pouco maior. "O teclado nunca me incomodou, já a tela com o uso prolongado acaba sendo desconfortável", conta Braga que usa o N95 como modem 3G do seu netbook.

Netbooks e smartphones podem atender a diferentes necessidades, mas os consumidores já começaram a perceber a semelhança entre os aparelhos e, sua rotina.

Paulo Martins Reis, financista em São Paulo, diz que o smartphone resolve 80% das atividades que ele precisa. E não são poucas. Reis usa o celular para guardar dados completos dos clientes, guarda e envia formulários de contratos, além de responder e enviar e-mails. E os outros 20%? Paulo se lembra de uma vez em que o aparelho não resolveu. "Encontrei um cliente em uma loja e tive de usar o computador de lá e pedir para a secretária enviar os contratos por e-mail", conta. Por isso, agora Paulo pensa em substituir o notebook e o smartphone por um HTC Shift, um tipo de netbook com cara de computador de bolso que roda até Windows Vista, tem conexão 3G e conta com até 60 GB de HD.

A verdade é que o smartphone continua sendo um canivete suíço, com diversas utilidades. Mas, para trabalhar mesmo, só um aparelho com cara de computador dá conta. Tiago Murakami, de 27 anos, que tem um smartphone e um netbook, diz que o telefone é bom para acessar a internet, usar o GPS e ainda serve como modem 3G para o netbook. Mas, para publicar posts no seu blog, trabalhar em um documento ou assistir ao curso que faz, à distância, só mesmo com o netbook.

"Quando não tinha nenhum dos dois, preferi optar pelo smartphone, pois o uso é muito mais intenso e justificaria o investimento. É só tirar ele do bolso e usar. O netbook não tem essa mobilidade. É para usar quando você sabe que sentará em um lugar por um bom período", afirma Tiago.

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Estudo: compradores não sabem diferenciar netbooks de notebooks


Um estudo publicado pelo grupo NPD garante: 60% dos consumidores que compram netbooks acreditam que eles tinham a mesma funcionalidade que um notebook. E parece que a "confusão" está levanto a um quadro de insatisfação dos consumidores: apenas 58% dos que compraram seu netbook ficaram feliz com o desempenho do produto.

Segundo a pesquisa, a satisfação caiu mais ainda quando se tratava de um grupo específico: jovens de 18 a 24 anos - 65% das pessoas deste grupo "esperavam mais" do seu netbook.

Consenso entre todos os compradores foi o que mais atraia no netbook: a portabilidade, possibilidade de ir aonde achar melhor. Mas a surpresa foi que 60% dos compradores disseram que quase nunca tiravam seus computadores de casa.

Esperamos que com as dicas abaixo, você consiga identificar a sua real necessidade:

1) Peso: se você reclama do peso ou não consegue carregar uma mochila pesada nas costas, o Netbook leva vantagem por ser até 1 kg mais leve do que os Notebooks normais. E os Notebooks muito leves são caríssimos. Netbook 1×0 Notebook;

2) Disco Rígido: por mais que o usuário diga que só vai navegar e bater papo, espaço de armazenamento é importante. Não existe nada pior do que se ver limitado pelo espaço em disco, ainda mais numa máquina que não tem DVD-RW. Por mais que Netbooks já venham com HDs de até 160 GB, Notebooks levam vantagem nesse aspecto. Netbook 1×1 Notebook;

3) Preço: netbooks são mais acessíveis. Não chegam a ser exatamente baratos, mas custam entre R$ 1.000,00 e R$ 2.000,00 com alguns modelos em promoção até por R$ 899,00. Notebooks partem de R$ 1.200,00 mas podem custar até R$ 10.000,00 dependendo do que se procura. Os Netbooks proporcionalmente ao que oferecem não são baratos, mas para quem anda fraco de recursos pode ser uma boa alternativa. Netbook 2×1 Notebook;

4) Autonomia: telas menores demandam menos energia, consequentemente as baterias dos Netbooks consomem menos e duram mais tempo ligadas. Existem baterias de Notebooks que duram bastante, até 3 h em alguns casos mas poucas realmente “entregam o que prometem”. E não há nada pior do que ficar sem bateria naquele momento crucial em que precisamos mandar um e-mail ou resolver algum problema via web. Netbook 3×1 Notebook;

5) Desempenho: aqui a comparação é desleal. Processadores de Netbooks são preparados especialmente para proporcionar um desempenho decente mas focados em economia de energia. Não são nada em termos de desempenho se comparados aos Core 2 Duo ou até mesmo Core 2 Quad da maioria dos Notebooks. Os Netbooks servem no máximo para editar textos, visualizar imagens, navegar e jogar Paciência Spider, inclusive pois alguns vem com 512 MB de memória apenas. Netbook 3×2 Notebook;

6) Recursos: por serem minimalistas, os Netbooks perdem nesse quesito pois não contam em sua maioria com um item fundamental: DVD-RW. Além de não poder gravar DVDs e CDs, o usuário fica de mãos atadas caso precise formatar o equipamento. Isso sem falar em portas auxiliares de diversos tipos, pois falta espaço. Netbook 3×3 Notebook;

Diante desse resultado de empate, o seu feeling e o seu bolso é que dirão qual é o equipamento ideal pra você, o Netbook ou o Notebook, por isso é bom pensar bem antes de realizar a compra.