segunda-feira, 15 de junho de 2009
Segurança é essencial no mundo corporativo
As configurações de PCs corporativos mais novas, vendidas especificamente para esse mercado, costumam vir com duas tecnologias integradas que ampliam a proteção e também facilitam seu gerenciamento. Uma delas é o TPM, ou Trusted Platform Module, um processador específico para segurança, usado para autenticar os dispositivos de hardware. Como cada chip TPM tem uma chave criptografada única, consegue autenticar a plataforma. Se, por exemplo, alguém trocar o disco rígido, o PC pode não funcionar.
Entretanto, o TPM pode vir a funcionar melhor integrado a algum tipo de software de proteção do PC, como o BitLocker, uma “trava” de segurança que se integra às versões topo de linha do Windows Vista, como a Ultimate e a Enterprise (vendida apenas para grandes empresas) e, futuramente, no Windows 7.
O BitLocker Drive Encryption, como seu nome diz, é um aplicativo que protege dados ao criptografar volumes inteiros - o disco rígido do PC. Sem a chave de acesso, pessoas não autorizadas não conseguem ver as informações gravadas no HD. Isso é algo extremamente útil para vendedores, gerentes e profissionais que circulam o dia todo com notebook na mala e, em cidades onde o roubo e furto de notebooks é comum, o investimento no sistema operacional pode valer a pena.
Além disso, outras tecnologias ajudam a proteger seu PC e os dados gravados nele. Algumas máquinas corporativas, vendidas por grandes fabricantes, contam com a tecnologia Intel vPro instalada. O vPro é um pacote de recursos de administração de sistema, melhorias de hardware, tecnologias de processamento e funções de segurança para o PC, que funcionam independente de o computador estar ligado ou qual o sistema operacional em uso.
Remotamente, sua equipe de TI pode acessar uma máquina com vPro e verificar se o anti-vírus está atualizado, se as últimas atualizações para o sistema operacional foram instaladas, fazer um inventário dos componentes e muito mais. Em versões mais recentes da tecnologia é possível até mesmo enviar um comando para "desabilitar" remotamente um computador estraviado, impedindo o acesso de terceiros às informações nele contidas, ou comandar via "controle-remoto" a reinstalação do sistema operacional.
Finalmente, se sua empresa não tem verba de tecnologia para investir em siglas como TPM ou BitLocker, um notebook equipado com um leitor de impressões digitais já ajuda bastante a atrapalhar a vida de ladrões de dados: em vez de usar uma senha, seu dedo (ou dedos) é a senha do sistema. E sem a impressão digital, não há acesso ao sistema. A maioria dos fabricantes de computadores oferece essa opção em suas linhas voltadas a pequenas, médias e grandes empresas.
Palm Pre já é modificado por hackers três dias após lançamento
Os segredos do Pre começaram a se abrir no dia 9 de junho, três dias após o lançamento oficial, quando uma cópia do sistema operacional foi encontrada escondida no site da Palm. Originalmente projetada para uso com uma ferramenta de recuperação para “zerar” aparelhos com problemas sérios de software, o arquivo foi prontamente esmiuçado por uma comunidade de entusiastas baseados no fóruns do site Pre Central.
Os tesouros começaram a aparecer rapidamente: arquivos de configuração que definem o comportamento de vários recursos do aparelho, referências a outros aparelhos da Palm ainda não anunciados com codinomes como “Castle” e “Zepfloyd” e comentários bem-humorados dos programadores em meio ao código, como “what the hell does this do?” (o que diabos isto faz?)
Pouco depois os desenvolvedores descobriram como habilitar o chamado “Dev Mode”, que possibilita a comunicação entre o Palm Pre e um micro rodando um kit de desenvolvimento. O procedimento mostra que alguém na Palm tem muito senso de humor: na tela inicial, abra o teclado e escreva “upupdowndownleftrightleftrightbastart”, ou seja, o famoso “código da Konami” (tinyurl.com/konamicode-w) por extenso. Depois, basta instalar alguns drivers (inclusos no pacote do sistema operacional) para ter acesso remoto ao aparelho, através de um terminal.
O sistema operacional do Palm Pre, batizado de webOS, é baseado em Linux, o que facilita muito o trabalho dos entusiastas. Não só a estrutura e as ferramentas disponíveis são familiares como é possível trazer novas ferramentas de outras distribuições Linux, desde que já tenham uma versão para o processador ARM usado no Pre. Entre elas, ferramentas de desenvolvimento, como compiladores e depuradores.
Logo, começaram a surgir os primeiros aplicativos: um dos primeiros programas significativos foi uma versão do FCEUltra, programa que emula o console NES e permitiria jogar games deste no Palm Pre. E, em homenagem ao código que abriu as portas do desenvolvimento, ele foi demonstrado rodando o jogo Contra, o primeiro a usar o “código da Konami”.
A movimentação dos hackers ao redor do Palm Pre lembra muito o que aconteceu com o iPhone pouco após seu lançamento. Desapontados com a falta de um kit de desenvolvimento oficial (SDK) fornecido pela Apple, eles decidiram criar seu próprio, e logo havia centenas de programas para o iPhone. Quando a Apple lançou sua SDK, muitos desenvolvedores já estavam familiarizados com o hardware e software do aparelho, o que acelerou o desenvolvimento de aplicativos “legítimos”.
Se quiser transformar o Pre em um sucesso, a Palm certamente precisa desta atenção: enquanto a AppStore da Apple foi lançada com 500 aplicativos, a versão da Palm conta com apenas 18.
Projeto na internet permite a qualquer um construir um videogame em casa
O cérebro da máquina é um microcontrolador da Atmel, o ATMega 644, rodando a 28 MHz. Sozinho, ele cuida de todo o processamento, som e vídeo dos jogos. Basta juntar mais um chip, que gera o sinal de vídeo para a TV, e um punhado de resistores e capacitores para colocar o brinquedo pra funcionar.
Gráficos e som lembram os de consoles como o SNES e Megadrive. Os jogos são desenvolvidos num PC na linguagem C (o software também é gratuito) e gravados em cartões MicroSD. Todo o projeto, hardware e software, é Open Source e está disponível sob a licença GPL, então pode ser copiado e montado livremente sem medo de incorrer em pirataria ou precisar pagar royalties. Quem quiser, pode até vender os consoles feitos em casa sem problemas de copyright ou licenciamento.
Para quem não tiver paciência para soldar fiozinhos, é possível comprar kits pré-montados que reduzem o trabalho ao mínimo, ou já prontos para plugar na TV. Os preços variam entre US$ 70 (só a placa e componentes) a US$ 100, incluindo as peças para montar, o “gabinete”, cabos, fonte de alimentação e um joystick de SNES. Mais informações podem ser encontradas no site oficial do projeto: www.belogic.com/uzebox.
quarta-feira, 10 de junho de 2009
Corrida Maluca de Verdade



Na minha infância eu adorava a Corrida Maluca (Wacky Races) da Hanna Barbera e ainda hoje curto bastante assistir o desenho pela TV ou DVD. Por isto não poderia deixar de postar estas réplicas fantásticas em tamanho real. São 11 carros no total que participam de um evento anual, o Goodwood Festival of Speed, em Chichester, West Sussex, Inglaterra. O mais legal é que eles realmente competem em uma corrida maluca. Abaixo você confere toda a turma de intrépidos pilotos. Sem dúvida uma divertida maneira para adultos e crianças verem um sonho realizado.
Microsoft repara número recorde de falhas de segurança
Os reparos têm como objetivo consertar vulnerabilidades no Windows, Office e Internet Explorer, bem como importantes componentes de software usados por empresas em centros de processamento de dados.
Uma vez que hackers descobrem tais vulnerabilidades, eles rapidamente começam a desenvolver programas para explorá-las. Tais softwares podem ser usados para crimes como roubo de identidade, envio de spam e tomada de controle de sistemas de computadores.
"Reparos de software serão especialmente desafiadores para empresas", disse Dave Marcus, pesquisador sênior na empresa de programas de segurança de computadores McAfee, segunda maior do setor no mundo.
iPhone 3gs x Palm Pre (tabela comparativa)
Os competidores já estão no ringue. Depois da Palm lançar no dia 6/6 o Pre (que chega ao Brasil em 2010), a Apple anunciou ontem (8/6) a nova versão do iPhone, batizada de 3G S (letra relacionada à palavra speedy, velocidade em inglês), que estará disponível no Brasil em agosto deste ano. Com isso, terminaram as especulações sobre o novo aparelho da Apple.
Do lado de fora, o iPhone 3G S não é muito diferente. Mas não se de deixe enganar pela aparência. Por dentro há muita coisa a ser observada. A principal diferença entre os dois smartphones está na capacidade de armazenamento: pelo mesmo preço (199 dólares nos Estados Unidos) você leva para casa um iPhone 3G S de 16 GB ou um Palm Pre de 8 GB. E, para completar, a geração atual do iPhone caiu para 99 dólares.
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Por 100 dólares a mais que um Palm Pre, o usuário no mercado americano ainda pode ter 32 GB de armazenamento com um iPhone 3G S (quatro vezes mais que um Palm Pre). Vale lembrar que, quando o assunto é plano de dados, o Pre pode ser um melhor negócio, já que a AT&T não reduziu suas tarifas para o iPhone nos Estados Unidos.
Com relação à câmera, tanto o Pre quanto o iPhone 3G S têm modelos de 3 megapixels, mas há algumas diferenças em recursos: o equipamento da Palm traz LED flash, mas sem foco automático, gravação de vídeo ou capacidade de edição. Além disso, não é possível ajustar o balanço de brancos ou exposição.
A Apple não inclui flash nesta geração do aparelho, mas a nova câmera do 3G S traz alguns recursos bem legais. É possível controlar o foco tocando na tela ou com o recurso autofocus. Mas a maior diferença entre as câmeras está no recurso de captura de vídeo do 3G S (função que não fazia parte do iPhone 3G).
Com o novo modelo da Apple é possível fazer filmes com 30 quadros por segundo, com qualidade VGA. Recursos como foco automático e balanço de brancos também se aplicam ao modo vídeo. É possível editar o vídeo facilmente. Basta tocar na tela. Da mesma forma é possível compartilhá-los via internet, via e-mail, MMS, MobileMe ou YouTube.
Agora que o novo aparelho da Apple chegou, o Pre perdeu algumas vantagens em relação ao iPhone (funções ausentes no 3G e que agora fazem parte do 3G S): recurso de copiar e colar (que estará presente em qualquer modelo com o iPhone 3.0), MMS, tethering (capacidade de usar o telefone como modem), tecnologia de Bluetooth A2DP e recurso de geotagging para foto e vídeo.
Embora nenhum dos dois inclua rádio FM, o novo iPhone inclui uma bússola digital e o recurso de comando de voz, que permite dizer ao aparelho para ligar para alguém ou para que ele toque uma música. Por outro lado, o telefone da Apple continua sem bateria removível ou mesmo um teclado físico.
Quando se fala em software, a Apple leva grande vantagem: ela tem a App Store, com mais de 50 mil aplicativos. Nesse campo, a Palm está só engatinhando, com 12 aplicativos disponíveis e uma loja em fase beta.
No campo da autonomia, a Apple afirma que incrementou o tempo de vida da bateria, item importante, pois o iPhone atual é um aparelho que vive conectado à tomada... Por outro lado, o Palm Pre também não se sai muito bem nesse quesito. Mas vamos aguardar os testes do 3G S para confrontar melhor esse aspecto.
A maior batalha entre os dois aparelhos começará no dia 19 de junho (quando o iPhone 3G S será lançado nos Estados Unidos – no Brasil ele chega em agosto). Além da capacidade de armazenamento, os futuros compradores precisam pensar o que consideram mais importante em um aparelho (teclado físico, flash, vídeo, softwares...) antes de bater o martelo...
E você, se já pudesse escolher entre os novos modelos de smartphone, qual seria? Clique aqui e deixe seu voto.
Curso Gratuito de Web Designer
Por Redação do IDG Now!
A Faculdade Cantareira está com as inscrições abertas para um curso gratuito de web designer, que começa no dia 16 de junho em São Paulo.Com carga horária de 14 horas, as aulas ocorrem nos dias 16, 18, 23 e 25 de junho, das 14h às 17h30. Pode participar qualquer pessoa que tenha conhecimentos de Windows e internet.
Há 25 vagas e as inscrições podem ser feitas pelo e-mail agc@cantareira.br ou pelo telefone (11) 2790-5900. A Faculdade Cantareira fica na Rua Marcos Arruda, 729, Belém, São Paulo - SP.